Distribuição de alguns imigrantes pomeranos, que habitaram (algumas dessas famílias habitam até hoje por aquelas regiões) por perto do Canta Galo:
Affeld, Hermann (1878); Bösel, Carl (1876); Brod, Anton (1879); Bubolz, Albert(1875); Ehlert, Carl (1875); Grimm, August (1880); Timm, Carl (1875).
Este blog, é para contar a história da Escola Rodolpho Krüger, sua localidade canta Galo, e seus arredores, bem como, Faxinal, Evaristo, Pinheiros, Campos Quevedos, Bom Jesus.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Museu Virtual da Comunidade do Canta Galo e seus arredores!
Minha escola parceira (Escola Municipal de Ensino Fundamental Rodolpho Krüger, está situada na localidade Canta Galo - 7º Distrito de São Lourenço do Sul, à qual está a aproximadamente 302 metros acima do nível do mar.
O nome Canta Galo, deriva do monte mais alto da região, conhecido como cerro do Canta Galo. Conta-se como certo(ou talvez seja apenas uma lenda) que um negro escravo refugiado no seu alto tinha como único companheiro um galo que cantava sempre e muito alto, chamando a atenção de todos habitantes da região, que o respeitavam, deixando-o viver em paz. O galo cantou durante muitos anos até que, aos poucos, silenciou para sempre.
Após a abolição da escravatura, muitos negros, continuavam trabalhando nas estâncias e se tornaram amigos fiéis de seus antigos donos. Alforriados ou fugidos, os negros procuraram espaços, em áreas pedregosas que ninguém havia se interessado, onde acabaram se tornando mais tarde os quilombos, e estes locais também existem nos arredores do Canta galo, mais precisamente na localidade de Faxinal, há o quilombo "Torrão."
Minha escola parceira (Escola Municipal de Ensino Fundamental Rodolpho Krüger, está situada na localidade Canta Galo - 7º Distrito de São Lourenço do Sul, à qual está a aproximadamente 302 metros acima do nível do mar.
O nome Canta Galo, deriva do monte mais alto da região, conhecido como cerro do Canta Galo. Conta-se como certo(ou talvez seja apenas uma lenda) que um negro escravo refugiado no seu alto tinha como único companheiro um galo que cantava sempre e muito alto, chamando a atenção de todos habitantes da região, que o respeitavam, deixando-o viver em paz. O galo cantou durante muitos anos até que, aos poucos, silenciou para sempre.
Após a abolição da escravatura, muitos negros, continuavam trabalhando nas estâncias e se tornaram amigos fiéis de seus antigos donos. Alforriados ou fugidos, os negros procuraram espaços, em áreas pedregosas que ninguém havia se interessado, onde acabaram se tornando mais tarde os quilombos, e estes locais também existem nos arredores do Canta galo, mais precisamente na localidade de Faxinal, há o quilombo "Torrão."
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